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FELÍCIO ROCHO
A desnutrição é um estado no qual a deficiência de nutrientes como proteínas, vitaminas e minerais, pode causar efeitos adversos nas funções, na composição corporal ou no estado clínico, sendo causa e consequência de muitas doenças.
No ambiente hospitalar, quando o paciente está internado, ele precisa se alimentar corretamente. Um jantar com amigos, um almoço de domingo com a família, uma bebida refrescante na praia não desperta bons sentimentos em você? Imagine em uma pessoa internada! Consegue ver a importância da alimentação?
Mesmo que as consequências da desnutrição estejam bem reconhecidas, essa condição clínica continua sendo subdiagnosticada, embora suspeitar de sua existência seja relativamente simples:
- Questionar perda de peso involuntária nos últimos 3 meses;
- Frequência de alimentação menor na última semana;
- Acometimento de doença grave
- Índice de Massa Corporal (IMC) menor do que 20,5 kg/m2.
Se a resposta for sim para qualquer uma dessas perguntas, já há indícios para se começar a pensar em desnutrição. Falar sobre desnutrição hospitalar é uma oportunidade para médicos e outros profissionais envolvidos com a questão desenvolverem estratégias específicas para detectar, diagnosticar e tratar a desnutrição e, principalmente, buscarem ferramentas que possam atuar na prevenção do problema, através da implementação de programas e da utilização de recursos eficazes.
Por isso, reforçamos a importância do acompanhamento nutricional do paciente ser realizado por uma equipe disciplinar composta por nutricionistas, médicos, enfermeiros, farmacêuticos, fonoaudiólogos e fisioterapeutas. Lembre-se: a alimentação e o ato de comer estão relacionados aos momentos de felicidade.
Vamos combater a desnutrição hospitalar?
A especialista do Hospital Felício Rocho, Dra. Ana Paula Gonçalves, detalha a doença e as principais formas de tratamento.
Dra. Bruna Galvão, endocrinologista do Hospital Felício Rocho, explica os principais pontos sobre o uso das canetas emagrecedoras e os cuidados necessários com a saúde.
O procedimento menos invasivo agrega mais segurança, assertividade e precisão, além de uma recuperação mais rápida e com menor desconforto para o paciente, em diversos tratamentos cardíacos