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Felício Rocho veio para Belo Horizonte a convite de Bernardo Monteiro, então prefeito da Capital, para explorar o serviço funerário da cidade, onde ele passou então a investir também no ramo hoteleiro, tornando-se proprietário dos hotéis Avenida e Internacional. Nessa época, Felício Rocho conheceu o advogado capixaba Américo Gasparini, com quem consolidou uma grande amizade, baseada nos princípios de idealismo, obstinação e seriedade. Aos 70 anos, com fortuna considerável e sem ter herdeiros por não ter se casado, Felício Rocho resolveu doar mil contos de reis para a Santa Casa. Em seguida à assinatura da escritura, o grupo de apoiadores da nova Fundação, conseguiu com seu prestígio, a doação de um terreno com 10.000 metros quadrados no Barro Preto, onde no dia 9 de maio, foi depositada a pedra fundamental, cujo projeto da planta teve como responsável o arquiteto Rafaello Berti. Com a morte de Felício Rocho, ocorrida um mês antes da aprovação da planta do hospital, Américo Gasparini tomou frente dos trabalhos da Fundação e da construção do prédio. O Hospital foi finalmente inaugurado em 21 de junho de 1952, sob o comando de Américo Gasparini. Américo Gasparini conduziu a Fundação até 1971, anos em que faleceu, após ter também doado todo o seu patrimônio à entidade. Em 1972, Rubens Resende Neves assumiu a diretoria da Fundação Felice Rosso. Na sua linha de trabalho, sempre foi dada ênfase ao padrão técnico e científico do Hospital. Em sua gestão, inclusive, houve maior adesão dos profissionais que hoje emcabeçam o qualificado corpo clínico do Hospital. Rubens, sucessivamente reeleito até o ano de 2003, em que foi substituído pelo Dr. Renato Falci. Desde o dia dois de Maio de 2005, o Presidente da Fundação é o Dr. Emerson Tardieu de Aguiar Pereira |
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